O porto, apesar de não ter quase nenhuma infra, tem uma escada rolante gigante para atravessar a avenida, e impressiona pelo tamanho dos barcos que levam milhares de turistas às ilhas todos os dias, além de carros e caminhões.
Embora apenas o alfabeto seja grego – os algarismos eram arábicos – o sistema de numeração nos atrapalhou. Havia uns 5 lounges, o nosso era o segundo, com duas fileiras de poltronas. Procurei pelos nossos números e encontrei uma senhora de idade, grega, na nossa poltrona. Fiz uns barulhos, emendei um “please, sorry” e mostrei nosso bilhete. Ela resmungou em grego e ficou parada. Como ela não esboçou nada em inglês, mostrei-lhe novamente o bilhete. Com isso a mulher que estava dormindo no banco de trás, onde seria o lugar da senhora, levantou. Olhou os bilhetes, resmungou em grego e pulou um banco pra trás. A velha, demonstrando certa indignação, passou para o lugar da que estava dormindo. Pronto, nos acomodamos. Então comecei a observar que a numeração, que estava indicada no encosto da poltrona, correspondia ao lugar da frente. A velha estava certa. E tivemos passar pra frente. Eu acho que a velha não deve ter gostado. Mas eu falei um novo “sorry!” pra ela.
1 comment:
rara é a vida e suave é a felicidade... belos passeios pelo mundo bem merecidos. Muitas viagens em grande escala pra ti! Espero que atualizes teu blog com mais freqüencia. Imagino que, talvez um dia, tu sejas tipo um jornalista/cronista tipo Ivan Lessa, que more em Londres e escreva artigos para algum interessante veículo de comunicação duas vezes por semana e passe o resto dos dias buscando impressões do mundo (risos)...
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